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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Notas sobre "Livro da Semana: os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes"

Há algumas semanas falei sobre um livro que tem uma enorme influência na minha forma de ver a vida: Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes de Stephen Covey.

Recentemente, por acaso, encontrei este vídeo fabuloso no Youtube que tem uma perspectiva em formato BD incrível sobre o livro. Basicamente esta animação é totalmente pessoal, baseada na experiência do autor sobre a aplicação do livro ao seu dia-a-dia, o que torna o vídeo ainda mais interessante.





O autor, FightMediocraty tem vídeos animados de um conjunto de livros interessantíssimos, que vos aconselho a lerem... afinal, em BD é muito mais simples :)

Até já.

M@rta




sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Livro da Semana: os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

Quem imaginaria que este livro, escrito por Stephen R. Covey em 1989 iria ainda hoje, 26 anos depois, ser considerado um livro "a ler". Não vou falar dos muitos milhões de livros vendidos, pois as fontes têm grandes discrepâncias, mas basta ver que estamos a falar de milhões em mais de 38 línguas para perceber que se trata de um livro que não se deve deixar na prateleira.Considerado pela revista Chief Executive como o livro mais influenciador do século vinte, este livro distingue as pessoas felizes e bem-sucedidas das restantes, através de 7 hábitos.


Embora tenha lançado em 2004 o livro “O Oitavo Hábito: da Eficácia à Grandeza”, é o livro que lançou em 1989 que continua a ser utilizado por empresas, líderes e pessoas em todo o mundo. Considerado um livro de gestão, é também visto como um livro de auto-ajuda, uma vez que defende que o êxito vem, acima de tudo, de dentro.
Covey defende que as pessoas podem adquirir a eficácia plena na vida, quer no contexto profissional, quer no contexto pessoal, a partir de 7 hábitos fundamentais, reforçando que a estes, é essencial associar a integridade e o carácter. Para Covey a eficácia na vida é mais do que o emprego de sonho ou uma liderança feroz. É antes o resultado de uma vida saudável, feliz e bem-sucedida, não podendo nunca ser atingida por aqueles que sacrificam o equilíbrio interior e a felicidade para atingirem o sucesso.

Vamos então ver quais são os hábitos defendidos por Stephen R. Covey:


HÁBITO 1: SER PROACTIVO
Ser proactivo significa assumir as escolhas e decisões que tomámos ao longo das nossas vidas e as suas consequências. Deveremos por isso fazer escolhas conscientes, associadas aos nossos princípios pessoais fundamentais e não às circunstâncias ou emoções do momento. Este hábito está relacionado com as qualidades de "autoconhecimento" e "autoconsciência". 


HÁBITO 2: COMEÇAR COM O OBJECTIVO EM MENTE
Começar com o objectivo em mente significa manter vivo o que se pretendes alcançar em cada tarefa que desempenhas. Mas para saberes o que pretendes alcançar, necessitas de ter claros para ti os teus valores pessoais básicos e os teus objectivos de vida. Para o efeito, Covey propõe a criação de uma declaração de missão. De acordo com Covey (Seven Habits Revisited: Seven Unique Human Endowments, 1991), a este hábito estão associadas as qualidades de "consciência" e "imaginação". 



No blog http://msb.franklincovey.com/ encontras um apoio à criação de uma declaração de missão nas 4 áreas: pessoal, familiar, equipa, valores pessoais. Também aí consegues ver alguns exemplos de declarações de missão de pessoas que nos inspiram desde sempre. De todos os exemplos que li, ficou-me gravado o de Erma Bombeck*, uma vez que o que lemos é tudo o que teria feito se pudesse viver outra vez. Usando esse exemplo, podemos perfeitamente pensar como gostaríamos de ter vivido se estivéssemos no final das nossas vidas.


*escritora americana, viveu entre 1927 e 1996. Escrevia uma coluna de jornal sobre a vida de uma dona-de-casa suburbana. Escreveu também 15 livros, dos quais muitos se tornaram bestsellers.


HÁBITO 3: PRIMEIRO O MAIS IMPORTANTE
De acordo com Covey (Seven Habits Revisited: Seven Unique Human Endowments, 1991), a este hábito está associada a qualidade de “força de vontade”. Este hábito está relacionado com a capacidade de autogestão eficaz, ou seja, a capacidade de organizar o tempo de acordo com as prioridades.
Priorizar, planear e executar as tarefas de acordo com a relação Importância vs Urgência, implica organizar as tarefas com vista aos objectivos que colocaste no hábito 2 – na declaração de missão. 



Sobre o tema da priorização das tarefas, li há alguns anos o livro “Engula Sapos” de Brian Tracy, um também conceituado autor de livros de gestão, que explicava que ao iniciar o dia deveríamos engolir os sapos, ou seja, aquelas tarefas que por serem uma dor de cabeça, não gostarmos de as fazer ou serem realmente muito importantes, nos deixariam depois o resto do dia livre para tarefas mais agradáveis e nos daria o sentido de realização rapidamente. 


HÁBITO 4: PENSE WIN-WIN (GANHAR-GANHAR)
O conceito win-win é trabalhar para o bem de todos, com a premissa que o nosso sucesso deriva do sucesso das pessoas à nossa volta (família, amigos, colegas). Este conceito está relacionado com a qualidade da “mentalidade de abundância”, porque a tua segurança deriva de princípios. 
Respeitar e valorizar os outros, com a consciência de que o sucesso de todos promove o sucesso individual é o modelo ideal da vida no dia-a-dia. “A mentalidade de abundância oferece mais lucro, poder e reconhecimento para todos”.



HÁBITO 5: PROCURE PRIMEIRO COMPREENDER, DEPOIS SER COMPREENDIDO
As qualidades presentes neste hábito são “coragem” e “consideração”, no sentido em que devemos primeiro compreender o outro antes de expor o nosso ponto de vista. Ouvir atentamente e entender a outra parte significa respeitar a outra pessoa e a sua opinião, dar-lhe a oportunidade de se explicar e a nós a oportunidade de ver outra perspetiva para além da nossa. Desta forma estamos a permitir à outra pessoa influenciar as nossas opiniões de forma genuína e, com isto, ter a coragem de mudar a forma como vemos as coisas, ao mesmo tempo que, de forma clara e respeitosa expomos a nossa opinião, oferecendo ao outro o nosso ponto de vista e, eventualmente, influenciando também a sua perspectiva. 
A outra pessoa só irá dar atenção ao que estás a dizer se se sentir compreendida, se sentir que tu também lhe deste atenção. Actualmente a escuta selectiva é parte do nosso dia-a-dia. Ouvimos o que nos interessa e passamos mais tempo a pensar na resposta que vamos dar do que em escutar activamente a outra pessoa – “A causa da maioria dos problemas é o básico problema de comunicação: as pessoas não ouvem com empatia. Ouvem de dentro da sua autobiografia. (…) Precisam de aprovação e falta-lhes coragem” (Seven Habits Revisited: Seven Unique Human Endowments, 1991).



HÁBITO 6: CRIAR SINERGIAS
O conceito de que 2 cabeças pensam melhor que 1 e que 3 pensam melhor que 2, … é um conceito que pressupões que todas as cabeças comuniquem e escutem activamente os outros à sua volta. A solução de muitos problemas não está da cabeça de 1, mas nas conclusões obtidas através daquilo que todos disseram.
Criar sinergias é isso mesmo: cooperar activamente, contribuindo para um objectivo comum, onde o todo é maior que a soma das partes. Combinar as forças de cada pessoa, significa aproveitar o melhor de cada uma na criação de algo extraordinário, impossível de conseguir com apenas 1 cabeça. Por isso mesmo a qualidade deste hábito é a criatividade.
Um exemplo é a escolha de 1 filme em casa. A mim apetece ver acção, a ti apetece ver comédia. Se ambos formos criativos, conseguiremos com certeza chegar a um filme que tenha ambas as coisas, tornando a decisão numa decisão win-win.


Importante na criação de sinergias é a mudança de atitude – “passar da comunicação defensiva para transacções de compromisso para alternativas e transformações criativas e sinérgicas.”





HÁBITO 7: AFIAR A FACA
Este hábito está relacionado com as qualidades de “desenvolvimento contínuo” ou “renovação pessoal” para ultrapassar a entropia. O desenvolvimento contínuo, inovação e refinamento, são a única forma de evitar cair em sistemas e estilos fechados. 
Isto significa preservar e melhorar o teu melhor trunfo: TU! Com este hábito deverás equilibrar e renovar os recursos que tens, a tua energia e saúde, criando assim um estilo de vida sustentável e saudável. De acordo com Covey deverás ter um programa de renovação constante nas 4 áreas da tua vida: física, social/emocional, mental e espiritual e, propõe-te algumas actividades:
Física: alimentação, exercício físico e descanso
Social/emocional: criar relações sociais significativas com os outros
Mental: ler, aprender, escrever e ensinar
Espiritual: passar tempo com a natureza, expandir o lado espiritual através da meditação, música, arte, oração ou serviço aos outros (voluntariado)
Covey defende que manteres este programa de desenvolvimento contínuo te dá a energia que necessitas para praticares também os outros 6 hábitos e para melhorares a capacidade de produzir e lidares com os desafios ao teu redor. 



E pronto... o resumo aos meus olhos do que aprendi com este livro fantástico e com este senhor... espero que tenhas gostado e que te tenha dado razões para leres o livro.

Se o teu inglês for bom, podes experimentar as ferramentas do blog http://www.franklincovey.com/resources. Aqui encontras vídeos, testes, e material de apoio dos mais diversos tipos. 


Sobre o autor:
Stephen R. Covey é um dos mais reconhecidos gestores do século XX. Nascido em 1932, faleceu 80 anos mais tarde, deixando um legado de ensinamentos que ainda hoje são reconhecidos e seguidos. Fundou o Covey Leadership Center e a FranklinCovey Corporation, que ajuda as organizações a atingir resultados que necessitam da mudança no comportamento humano.


Até já.

M@rta



sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Livro da Semana: MBA da Vida Real

Bem vindo/a ao livro desta semana.
MBA da Vida Real é um livro escrito por duas das minhas referências quando falamos de negócios e gestão: Jack Welch e a sua filha, Suzy Welch. Nunca irei esquecer o primeiro livro que li de Jack Welch, "Vencer", onde ele diz a franqueza é a parte mais importante da função de líder, uma vez que promove as ideias criativas, a rapidez das acções e permite que os colaboradores usem todo o seu potencial.





Hoje falo deste livro pois creio que está de alguma forma relacionado com o anterior "Marketing pessoal, és um produto de sucesso". De forma prática, com exemplos reais, este livro explica de que é feita uma empresa de sucesso. 
E muito embora o livro MBA da Vida Real fale de negócios, a verdade é que este livro se aplica na perfeição a qualquer situação: a ti que procuras um novo emprego ou uma iniciativa empreendedora, à organização de uma família, a uma equipa de pingue-pongue, até à equipa de uma empresa que eles mencionam. 

Além disso, não podemos esquecer que o trabalho corresponde a 1/3 da nossa vida: "O trabalho confere significado à vida das pessoas. Não todo o significado, é claro. É evidente que a vida, com a sua vasta riqueza e a sua profundidade, existe para lá do trabalho. Contudo, o trabalho pode conferir à nossa vida uma boa parte do seu propósito."

De acordo com Jack e Suzy Welch, no mundo profissional deveremos sempre estar em sintonia, ou seja, alinhados na missão, nos comportamentos e nas consequências. 
Como assim?
A missão determina para onde vai e porquê uma organização, a tua família, tu próprio/a e qual o significado que atingir a missão tem para ti e para cada uma das pessoas. Já os comportamentos são o resultado da importância da missão. É a forma como pensas, sentes e comunicas e como pensam, sentem e comunicam as pessoas dentro do grupo que estás a analisar (a tua equipa, a tua família, o teu grupo de canto, e até apenas tu mesmo/a). Finalmente, as consequências são os resultados do comportamento, por exemplo, um aumento, uma promoção, um convite, um pedido de casamento, uma surpresa, ou seja, o resultado da forma como tu, a tua equipa, a tua família,... "abraçam e promovem a missão e de que forma demonstram os comportamentos."

"Bom é quando a sintonia entre a missão e os comportamentos é impercetível. Numa empresa que tenha como missão o enfoque no cliente, os funcionários respiram empatia. Dão o número de telemóvel para que os possam contactar fora de horas. Levam a peito as queixas de mau serviço. Por eles, levavam os produtos todos para casa e testavam-nos, para garantir que funcionam na perfeição. Talvez estejamos a exagerar, mas já percebeu a ideia. A missão e os comportamentos têm de ser dois elos da mesma cadeia."

Num caso real, o director da Nalco diz "queríamos pessoas que ficassem realmente empolgadas todas as manhãs". E não é isso que queremos? Não queres acordar todas as manhãs com vontade de ir para o trabalho pelo que ele te traz? ou de ires para a escola, ansioso pelo dia que se segue, ou que os teus filhos acordem empolgados pelas actividades que vão ter? Isso é o comportamento relacionado com a forma como abraças a missão e a interiorizas.

Por sua vez, as consequências permitem compreender de que forma, positiva ou negativamente, tu ou as outras pessoas interiorizaram a missão e se comportaram de acordo com a mesma. Através de promoções ou compensações de algum tipo conseguimos compreender o resultado dos nossos comportamentos: uma prenda por uma boa nota na escola, um prémio por um trabalho inovador, o financiamento por um projecto de empreendedorismo, um resultado vencedor num jogo com a equipa adversária, um beijo por um jantar magnífico... todos estes exemplos são resultado de que o nosso comportamento correspondeu à missão que nos propusemos atingir. 
Infelizmente em muitas empresas e no dia-a-dia, as consequências não estão relacionadas com os comportamentos, pois estes não são correctamente medidos. Quando o chefe reconhece o excelente trabalho de um subordinado mas o mantém na mesma posição durante anos sem o desenvolver, quando os pais vêem o filho marcar um golo vitorioso mas não reconhecem o trabalho, quando a mulher encontra um jantar romântico à sua espera e não agradece,... todos esses comportamentos levam à separação da missão pelos intervenientes e, consequentemente a maus resultados.  

Após todo este detalhe para que o leitor compreenda a importância da missão, comportamentos e consequências, os autores explicam a importância do comportamento de um líder para que tudo o resto funcione. Na minha experiência profissional, e provavelmente na tua também, encontrei chefes e encontrei líderes... infelizmente o mundo actual tem mais chefes que líderes e por isso, muitas vezes, vemos o barco afundar. De acordo com os autores, um líder deverá:
  • por-se na pele do outro 
  • pensar em si como um diretor de significado
  • eliminar os obstáculos que se possam colocar aos elementos da sua equipa
  • demonstrar alegremente o «gene da generosidade»
  • fazer com que o trabalho seja divertido

"Levemos isto ao extremo. Na realidade, os melhores líderes preocupam-se mais com o seu pessoal do que consigo."

Talvez pelo contexto da minha própria vida, li este livro com uns olhos diferentes do que li o livro Vencer dos mesmos autores. Isto porque na altura em que li Vencer ainda era junior nas minhas funções a trabalhar numa multinacional e, portanto, apenas apliquei o conteúdo do livro ao meu trabalho e não a toda a minha vida.
Ao ler este livro, consigo perfeitamente aplicar o seu conteúdo à M@rta profissional e empreendedora, à M@rta no seu contexto familiar e à M@rta indivíduo.

Espero que consigas vê-lo como eu o vi e que este livro te traga bons e frutíferos ensinamentos para construíres um EU mais forte, uma família mais unida e uma ou mais equipas mais bem sucedidas.

Boas leituras.
Até já.

M@rta









sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Livro da Semana: Marketing Pessoal, és um produto de sucesso?

Hoje trago mais um tema. Quero com o tema Livro da Semana dar-te a conhecer os livros que vou lendo, quem sabe ajudar-te a escolheres alguns que te ajudem no teu percurso como indivíduo.


O livro da semana: Marketing Pessoal, és um produto de sucesso?




Lançado em 2010, este livro já não é novo, mas é extremamente actual, considerando o contexto em que nos encontramos. Actualmente, uma candidatura a um emprego significa concorrer com centenas, senão milhares de pessoas para a mesma posição, com perfis totalmente diferentes e experiências que envergonham até os contratantes. 


“A nossa incapacidade de mostrar o nosso valor trava muitas vezes o progresso.”

A forma como vendemos quem somos, a nossa experiência profissional e de vida é hoje grande parte do que nos empurra para a frente e, muito embora, para muitos o conceito de "nos vendermos" seja desagradável, devemos perceber que a partir do momento do primeiro contacto somos avaliados pelo que dizemos, fazemos, pelo nosso aspecto ou comportamento. 


“O Marketing Pessoal é uma estratégia individual para atrair, desenvolver, fidelizar contactos e relacionamentos que nos projectam do ponto de vista pessoal e profissional. Esta estratégia, pode ser consistente e duradoura, assenta nas nossas reais características, habilidades e competências mais relevantes na perspectiva da aprovação e do reconhecimento pelos outros.”


Então mas de que fala este livro?


"O marketing é uma ferramenta poderosa. Saber utilizá-la adequadamente constitui uma vantagem competitiva importante. Mas como ferramenta que é, serve um propósito, um objectivo. E esse objectivo é definido por si." (Excerto da participação de António Reffóios)

Este livro é de leitura acessível e permite a qualquer pessoa curiosa sobre o tema iniciar o caminho para um marketing pessoal de sucesso.

O livro propõe ao leitor o desenvolvimento do plano de marketing EU, desde a análise situacional, onde estamos e como avaliamos o meio ambiente à nossa volta, incluindo os aspectos que afectam indirectamente a nossa vida e projectos; a definição da Visão, Missão e Valores; fase da vida até à análise SWOT (Pontos Fortes e Fracos, Oportunidades e Ameaças). 


No momento em que toda a análise está construída, chega o momento em que te propõe o desenvolvimento de acções essenciais para a construção de um EU bem sucedido, nomeadamente investimentos nas capacidades pessoais (por exemplo as de oratória), gestão da rede de contactos, currículo diferenciado e, muito importante, a criatividade.


“Basta de estar alinhados com os projectos e vontades dos outros. Chegou a altura de dizermos não e passarmos a liderar o nosso percurso.”


Informação Adicional:


Autores: António Medeiros, Gonçalo Bandeira, José Santos, Luís Bicho, Nuno Nunes e Nuno Soares
Com contributos: Fernando Nobre, Rui Nabeiro, Nelson Évora, Beatriz Lemos, Rui Unas, Paula Baptista, Edson Athayde, Mário Barbosa, Cláudia Almeida e Silva, António Saraiva Reffóios e Luísa Nemésio.

Editora: Texto Editores

Índice:
  • Introdução
  • O que é o marketing Pessoal?
  • Que produto és?
  • Diferencia-te
  • As regras do jogo e como vencê-lo
  • A arte do networking
  • Desenvolve a tua criatividade
  • Pensa como marketter – gere a tua marca
  • Marketing pessoal de saltos altos
  • A tua responsabilidade social
  • És um produto de sucesso?
  • Vende a tua marca na rede
  • Considerações finais




Boas leituras.
Até já,

M@rta



Excertos do livro mencionados entre aspas.