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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

As tuas crenças limitam o teu sucesso!

Somos sujeitos desde crianças a crenças que limitam o nosso sucesso. Muitas dessas crenças evoluem com o tempo para se tornarem ainda piores, fruto de maus resultados ou experiências.






Quem nunca sofreu uma derrota que levante o braço. Mas infelizmente é assim que a sociedade olha para cada indivíduo, pelos fracassos e não pelas conquistas.
Até mesmo o Ronaldo passa de besta a bestial em cada jogo que perde ou ganha. 

Mas é a forma como olhamos para as nossas experiências que determina o nosso sucesso. Se olhares apenas para os teus fracassos, o mais provável é que só tenhas fracassos. Se olhares para os teus sucessos, é muito provável que sejas bem sucedido. 

Qual é a diferença? O FOCO!

Se te focares na derrota, terás derrotas.
Se te focares em sucessos, terás sucessos.


Mas o que acontece com as crenças?

Já reparaste que as pessoas realmente bem sucedidas não falam mal delas próprias nunca? Para elas, nada é difícil, nada é impossível, e nunca há fracassos... 
Acreditas mesmo que as pessoas realmente bem sucedidas não fracassam?
Ou será a forma como olham o fracasso que é diferente? Será por olharem para cada fracasso como um desafio, uma oportunidade, mais um grau de experiência?
Na realidade, para uma pessoa orientada para o sucesso, cada degrau pode corresponder a um êxito ou a um fracasso, pois acreditam que, até mesmo os fracassos nos colocam mais perto do nosso objectivo.

Quando as crenças são altamente limitadoras funcionam como uma Âncora que nos prende a um determinado momento e situação, e nos impede de seguir em frente.
Muitas das nossas crenças relacionadas com o sucesso estão ligadas ao sentimento de não merecimento e ao sentimento de inferioridade em relação às pessoas à nossa volta.

Para te ajudar, recolhi mais de 60 crenças limitativas que te impedem de atingires o sucesso. 
Quantas dizes para ti próprio a toda a hora? 

  1. Quando inicio um projecto nunca o termino
  2. Nunca consigo seguir em frente
  3. Não sou perito
  4. Niguém me ouve
  5. Não trabalhei o suficiente nisto
  6. Venho de uma família pobre (só os ricos conseguem sucesso)
  7. Não tenho tempo
  8. As pessoas vão julgar-me negativamente
  9. Eu não mereço [dinheiro, reconhecimento, amor, sucesso]
  10. Eu não sou perfeito. Porque iria alguém ouvir-me/comprar o meu produto/ contratar-me/ amar-me
  11. Não sou criativo
  12. Deixo tudo para amanhã
  13. Dito por mim vai soar estupido
  14. Já alguém pensou nisto antes
  15. Os outros conseguem fazer melhor que eu
  16. Não tenho as competências / capacidades
  17. Tenho de fazer coisas em que não sou bom (matemática, criatividade, vendas, …)
  18. Se apresentar isto vão pensar que os estou a enganar/ impingir
  19. Não sei o suficiente
  20. Não sou uma pessoa de números
  21. Sou demasiado velho/ jovem/ mulher/ …
  22. Nunca vou conseguir, portanto nem vale a pena tentar
  23. As pessoas com quem vou concorrer são melhores que eu
  24. Ninguém está interessado nas minhas ideias
  25. Se for bem sucedido, não vou ser capaz de manter o sucesso
  26. Eu devo ter sempre um patrão
  27. É mais seguro trabalhar para os outros
  28. Os outros estão acima de mim
  29. Sou um desistente
  30. Sou preguiçoso
  31. As pessoas bem sucedidas são pessoas sem valores
  32. As pessoas bem sucedidas têm o rabo virado para a lua/ têm muita sorte
  33. Se eu for bem sucedido não me integro depois no meu grupo de amigos / comunidade
  34. Se eu for bem sucedido as pessoas vão invejar-me e eu não gosto
  35. As pessoas não me vão levar a sério
  36. Pareço um palerma
  37. Eu já falhei, portanto vou falhar outra vez
  38. Não posso porque tenho filhos, …
  39. Eu fujo dos objectivos que mais desejo concretizar
  40. O que será será, não há nada que eu possa fazer
  41. Eu não tenho força de vontade
  42. Eu não estou / sou motivado
  43. Estou satisfeito com o estado actual das coisas
  44. Não vale a pena
  45. Não tenho dinheiro suficiente
  46. Não tenho apoio suficiente
  47. Não sou suficientemente inteligente
  48. Não andei na faculdade
  49. Não tenho os contactos certos
  50. Sou demasiado tímido
  51. Tenho medo
  52. Isso não é para mim
  53. Não sei o que quero
  54. Não é o momento certo
  55. Não sou uma mais-valia para o projecto
  56. Nunca atingirei as expectativas
  57. Por mais que trabalhe e me esforce, nunca irão reconhecer
  58. Não posso pedir nada. Vão dizer que não.
  59. Não faço ideia como começar
  60. Para conseguir tenho de ir fazer mais um curso

Muitas destas crenças aplicam-se igualmente a um relacionamento ou à vida privada. Coloquei exemplos em alguns dos casos.



E agora que faço eu sabendo que estas crenças me estão a limitar?

O maior problema das crenças é o facto delas estarem incutidas no teu subconsciente desde sempre. Isso significa que tens de fazer um esforço equivalente para as quebrares e as inverteres.
Mas toda a gente consegue! Acredita! Tu também.

Quando decidi que queria ser Coach, tomei 1 decisão muitíssimo arriscada. Era algo que implicava sair da minha zona de conforto onde estive toda a minha vida. Eu passei a minha vida a trabalhar em marketing. Foi para isso que tinha estudado. E, afinal, trabalhar numa empresa significa ordenado fixo, garantias várias, etc... 
A minha decisão implicou destruir muitas das crenças que tinha construído ao longo dos anos. Crenças como: estou velha demais para mudar de área, ainda me falta aprender tanto para ter a experiência suficiente, trabalhar sem patrão é muito arriscado, ser trabalhador por conta própria exige muito trabalho e esforço, incluindo problemas burocráticos, e se falhar?

O que é certo e digo-o por experiência própria, mas também como feedback dos clientes, assim que começamos a descartar as crenças, os resultados começam a aparecer e a dar-nos evidências de que as novas crenças são efectivamente mais úteis.


Então tudo o que tenho de fazer é encontrar outras crenças que substituam as primeiras?

Nem mais.
Ensino-te alguns truques:
  • Inverte as crenças negativas
  • Elimina da crença palavras como "não"
  • Transforma as crenças em acção com verbos: Em vez de "Eu não tenho competências para realizar este trabalho" => "eu vou realizar este trabalho de forma exemplar"
  • Se a tua crença for "eu nunca termino nada a tempo" => "eu termino tudo a que me proponho"
  • Nunca te caracterizes com adjectivos negativos. Ninguém é preguiçoso, palerma, insatisfeito.

Mas há um trabalho por trás muito importante... o de repetires as novas crenças vezes sem conta até o teu cérebro eliminar as antigas e assumir as novas. 
Aconselho-te a que o digas ao espelho sempre que puderes.

Aproveita e diver-te a criares novas crenças que te encham de motivação... vais ver o sucesso a nascer todos os dias.

Até já,

M@rta


sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Notas sobre "Livro da Semana: os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes"

Há algumas semanas falei sobre um livro que tem uma enorme influência na minha forma de ver a vida: Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes de Stephen Covey.

Recentemente, por acaso, encontrei este vídeo fabuloso no Youtube que tem uma perspectiva em formato BD incrível sobre o livro. Basicamente esta animação é totalmente pessoal, baseada na experiência do autor sobre a aplicação do livro ao seu dia-a-dia, o que torna o vídeo ainda mais interessante.





O autor, FightMediocraty tem vídeos animados de um conjunto de livros interessantíssimos, que vos aconselho a lerem... afinal, em BD é muito mais simples :)

Até já.

M@rta




sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Livro da Semana: os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

Quem imaginaria que este livro, escrito por Stephen R. Covey em 1989 iria ainda hoje, 26 anos depois, ser considerado um livro "a ler". Não vou falar dos muitos milhões de livros vendidos, pois as fontes têm grandes discrepâncias, mas basta ver que estamos a falar de milhões em mais de 38 línguas para perceber que se trata de um livro que não se deve deixar na prateleira.Considerado pela revista Chief Executive como o livro mais influenciador do século vinte, este livro distingue as pessoas felizes e bem-sucedidas das restantes, através de 7 hábitos.


Embora tenha lançado em 2004 o livro “O Oitavo Hábito: da Eficácia à Grandeza”, é o livro que lançou em 1989 que continua a ser utilizado por empresas, líderes e pessoas em todo o mundo. Considerado um livro de gestão, é também visto como um livro de auto-ajuda, uma vez que defende que o êxito vem, acima de tudo, de dentro.
Covey defende que as pessoas podem adquirir a eficácia plena na vida, quer no contexto profissional, quer no contexto pessoal, a partir de 7 hábitos fundamentais, reforçando que a estes, é essencial associar a integridade e o carácter. Para Covey a eficácia na vida é mais do que o emprego de sonho ou uma liderança feroz. É antes o resultado de uma vida saudável, feliz e bem-sucedida, não podendo nunca ser atingida por aqueles que sacrificam o equilíbrio interior e a felicidade para atingirem o sucesso.

Vamos então ver quais são os hábitos defendidos por Stephen R. Covey:


HÁBITO 1: SER PROACTIVO
Ser proactivo significa assumir as escolhas e decisões que tomámos ao longo das nossas vidas e as suas consequências. Deveremos por isso fazer escolhas conscientes, associadas aos nossos princípios pessoais fundamentais e não às circunstâncias ou emoções do momento. Este hábito está relacionado com as qualidades de "autoconhecimento" e "autoconsciência". 


HÁBITO 2: COMEÇAR COM O OBJECTIVO EM MENTE
Começar com o objectivo em mente significa manter vivo o que se pretendes alcançar em cada tarefa que desempenhas. Mas para saberes o que pretendes alcançar, necessitas de ter claros para ti os teus valores pessoais básicos e os teus objectivos de vida. Para o efeito, Covey propõe a criação de uma declaração de missão. De acordo com Covey (Seven Habits Revisited: Seven Unique Human Endowments, 1991), a este hábito estão associadas as qualidades de "consciência" e "imaginação". 



No blog http://msb.franklincovey.com/ encontras um apoio à criação de uma declaração de missão nas 4 áreas: pessoal, familiar, equipa, valores pessoais. Também aí consegues ver alguns exemplos de declarações de missão de pessoas que nos inspiram desde sempre. De todos os exemplos que li, ficou-me gravado o de Erma Bombeck*, uma vez que o que lemos é tudo o que teria feito se pudesse viver outra vez. Usando esse exemplo, podemos perfeitamente pensar como gostaríamos de ter vivido se estivéssemos no final das nossas vidas.


*escritora americana, viveu entre 1927 e 1996. Escrevia uma coluna de jornal sobre a vida de uma dona-de-casa suburbana. Escreveu também 15 livros, dos quais muitos se tornaram bestsellers.


HÁBITO 3: PRIMEIRO O MAIS IMPORTANTE
De acordo com Covey (Seven Habits Revisited: Seven Unique Human Endowments, 1991), a este hábito está associada a qualidade de “força de vontade”. Este hábito está relacionado com a capacidade de autogestão eficaz, ou seja, a capacidade de organizar o tempo de acordo com as prioridades.
Priorizar, planear e executar as tarefas de acordo com a relação Importância vs Urgência, implica organizar as tarefas com vista aos objectivos que colocaste no hábito 2 – na declaração de missão. 



Sobre o tema da priorização das tarefas, li há alguns anos o livro “Engula Sapos” de Brian Tracy, um também conceituado autor de livros de gestão, que explicava que ao iniciar o dia deveríamos engolir os sapos, ou seja, aquelas tarefas que por serem uma dor de cabeça, não gostarmos de as fazer ou serem realmente muito importantes, nos deixariam depois o resto do dia livre para tarefas mais agradáveis e nos daria o sentido de realização rapidamente. 


HÁBITO 4: PENSE WIN-WIN (GANHAR-GANHAR)
O conceito win-win é trabalhar para o bem de todos, com a premissa que o nosso sucesso deriva do sucesso das pessoas à nossa volta (família, amigos, colegas). Este conceito está relacionado com a qualidade da “mentalidade de abundância”, porque a tua segurança deriva de princípios. 
Respeitar e valorizar os outros, com a consciência de que o sucesso de todos promove o sucesso individual é o modelo ideal da vida no dia-a-dia. “A mentalidade de abundância oferece mais lucro, poder e reconhecimento para todos”.



HÁBITO 5: PROCURE PRIMEIRO COMPREENDER, DEPOIS SER COMPREENDIDO
As qualidades presentes neste hábito são “coragem” e “consideração”, no sentido em que devemos primeiro compreender o outro antes de expor o nosso ponto de vista. Ouvir atentamente e entender a outra parte significa respeitar a outra pessoa e a sua opinião, dar-lhe a oportunidade de se explicar e a nós a oportunidade de ver outra perspetiva para além da nossa. Desta forma estamos a permitir à outra pessoa influenciar as nossas opiniões de forma genuína e, com isto, ter a coragem de mudar a forma como vemos as coisas, ao mesmo tempo que, de forma clara e respeitosa expomos a nossa opinião, oferecendo ao outro o nosso ponto de vista e, eventualmente, influenciando também a sua perspectiva. 
A outra pessoa só irá dar atenção ao que estás a dizer se se sentir compreendida, se sentir que tu também lhe deste atenção. Actualmente a escuta selectiva é parte do nosso dia-a-dia. Ouvimos o que nos interessa e passamos mais tempo a pensar na resposta que vamos dar do que em escutar activamente a outra pessoa – “A causa da maioria dos problemas é o básico problema de comunicação: as pessoas não ouvem com empatia. Ouvem de dentro da sua autobiografia. (…) Precisam de aprovação e falta-lhes coragem” (Seven Habits Revisited: Seven Unique Human Endowments, 1991).



HÁBITO 6: CRIAR SINERGIAS
O conceito de que 2 cabeças pensam melhor que 1 e que 3 pensam melhor que 2, … é um conceito que pressupões que todas as cabeças comuniquem e escutem activamente os outros à sua volta. A solução de muitos problemas não está da cabeça de 1, mas nas conclusões obtidas através daquilo que todos disseram.
Criar sinergias é isso mesmo: cooperar activamente, contribuindo para um objectivo comum, onde o todo é maior que a soma das partes. Combinar as forças de cada pessoa, significa aproveitar o melhor de cada uma na criação de algo extraordinário, impossível de conseguir com apenas 1 cabeça. Por isso mesmo a qualidade deste hábito é a criatividade.
Um exemplo é a escolha de 1 filme em casa. A mim apetece ver acção, a ti apetece ver comédia. Se ambos formos criativos, conseguiremos com certeza chegar a um filme que tenha ambas as coisas, tornando a decisão numa decisão win-win.


Importante na criação de sinergias é a mudança de atitude – “passar da comunicação defensiva para transacções de compromisso para alternativas e transformações criativas e sinérgicas.”





HÁBITO 7: AFIAR A FACA
Este hábito está relacionado com as qualidades de “desenvolvimento contínuo” ou “renovação pessoal” para ultrapassar a entropia. O desenvolvimento contínuo, inovação e refinamento, são a única forma de evitar cair em sistemas e estilos fechados. 
Isto significa preservar e melhorar o teu melhor trunfo: TU! Com este hábito deverás equilibrar e renovar os recursos que tens, a tua energia e saúde, criando assim um estilo de vida sustentável e saudável. De acordo com Covey deverás ter um programa de renovação constante nas 4 áreas da tua vida: física, social/emocional, mental e espiritual e, propõe-te algumas actividades:
Física: alimentação, exercício físico e descanso
Social/emocional: criar relações sociais significativas com os outros
Mental: ler, aprender, escrever e ensinar
Espiritual: passar tempo com a natureza, expandir o lado espiritual através da meditação, música, arte, oração ou serviço aos outros (voluntariado)
Covey defende que manteres este programa de desenvolvimento contínuo te dá a energia que necessitas para praticares também os outros 6 hábitos e para melhorares a capacidade de produzir e lidares com os desafios ao teu redor. 



E pronto... o resumo aos meus olhos do que aprendi com este livro fantástico e com este senhor... espero que tenhas gostado e que te tenha dado razões para leres o livro.

Se o teu inglês for bom, podes experimentar as ferramentas do blog http://www.franklincovey.com/resources. Aqui encontras vídeos, testes, e material de apoio dos mais diversos tipos. 


Sobre o autor:
Stephen R. Covey é um dos mais reconhecidos gestores do século XX. Nascido em 1932, faleceu 80 anos mais tarde, deixando um legado de ensinamentos que ainda hoje são reconhecidos e seguidos. Fundou o Covey Leadership Center e a FranklinCovey Corporation, que ajuda as organizações a atingir resultados que necessitam da mudança no comportamento humano.


Até já.

M@rta



sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Livro da Semana: Marketing Pessoal, és um produto de sucesso?

Hoje trago mais um tema. Quero com o tema Livro da Semana dar-te a conhecer os livros que vou lendo, quem sabe ajudar-te a escolheres alguns que te ajudem no teu percurso como indivíduo.


O livro da semana: Marketing Pessoal, és um produto de sucesso?




Lançado em 2010, este livro já não é novo, mas é extremamente actual, considerando o contexto em que nos encontramos. Actualmente, uma candidatura a um emprego significa concorrer com centenas, senão milhares de pessoas para a mesma posição, com perfis totalmente diferentes e experiências que envergonham até os contratantes. 


“A nossa incapacidade de mostrar o nosso valor trava muitas vezes o progresso.”

A forma como vendemos quem somos, a nossa experiência profissional e de vida é hoje grande parte do que nos empurra para a frente e, muito embora, para muitos o conceito de "nos vendermos" seja desagradável, devemos perceber que a partir do momento do primeiro contacto somos avaliados pelo que dizemos, fazemos, pelo nosso aspecto ou comportamento. 


“O Marketing Pessoal é uma estratégia individual para atrair, desenvolver, fidelizar contactos e relacionamentos que nos projectam do ponto de vista pessoal e profissional. Esta estratégia, pode ser consistente e duradoura, assenta nas nossas reais características, habilidades e competências mais relevantes na perspectiva da aprovação e do reconhecimento pelos outros.”


Então mas de que fala este livro?


"O marketing é uma ferramenta poderosa. Saber utilizá-la adequadamente constitui uma vantagem competitiva importante. Mas como ferramenta que é, serve um propósito, um objectivo. E esse objectivo é definido por si." (Excerto da participação de António Reffóios)

Este livro é de leitura acessível e permite a qualquer pessoa curiosa sobre o tema iniciar o caminho para um marketing pessoal de sucesso.

O livro propõe ao leitor o desenvolvimento do plano de marketing EU, desde a análise situacional, onde estamos e como avaliamos o meio ambiente à nossa volta, incluindo os aspectos que afectam indirectamente a nossa vida e projectos; a definição da Visão, Missão e Valores; fase da vida até à análise SWOT (Pontos Fortes e Fracos, Oportunidades e Ameaças). 


No momento em que toda a análise está construída, chega o momento em que te propõe o desenvolvimento de acções essenciais para a construção de um EU bem sucedido, nomeadamente investimentos nas capacidades pessoais (por exemplo as de oratória), gestão da rede de contactos, currículo diferenciado e, muito importante, a criatividade.


“Basta de estar alinhados com os projectos e vontades dos outros. Chegou a altura de dizermos não e passarmos a liderar o nosso percurso.”


Informação Adicional:


Autores: António Medeiros, Gonçalo Bandeira, José Santos, Luís Bicho, Nuno Nunes e Nuno Soares
Com contributos: Fernando Nobre, Rui Nabeiro, Nelson Évora, Beatriz Lemos, Rui Unas, Paula Baptista, Edson Athayde, Mário Barbosa, Cláudia Almeida e Silva, António Saraiva Reffóios e Luísa Nemésio.

Editora: Texto Editores

Índice:
  • Introdução
  • O que é o marketing Pessoal?
  • Que produto és?
  • Diferencia-te
  • As regras do jogo e como vencê-lo
  • A arte do networking
  • Desenvolve a tua criatividade
  • Pensa como marketter – gere a tua marca
  • Marketing pessoal de saltos altos
  • A tua responsabilidade social
  • És um produto de sucesso?
  • Vende a tua marca na rede
  • Considerações finais




Boas leituras.
Até já,

M@rta



Excertos do livro mencionados entre aspas.