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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

CHEGA! Eu sou uma Super-Mulher!

És uma super-mulher!

Talvez não saibas, talvez ninguém to tenha dito! Digo-te eu!




Ao longo da nossa vida somos acompanhadas por crenças limitadoras do que é ser mulher. Uma mulher tem, de acordo com os padrões da sociedade, acordar antes de toda a gente, arranjar-se como uma modelo, levar as crianças à escola, fazer 8/10/12 horas de trabalho por dia, ir ao ginásio, ir com as crianças às actividades extra-curriculares, vir para casa, fazer o jantar e arrumar a casa, passar tempo com as crianças, deitá-las, namorar com o marido e finalmente, dormir!

Não tentei fazer as contas, mas tenho a certeza que isto ultrapassa em muito as 24 horas diárias!
Mais, ninguém consegue ter este ritmo de vida e ainda ter cabeça para namorar ou para estar com os filhos. 

Claro que muitas de nós temos a ajuda preciosa da família, mas ainda assim, chegamos ao final do dia com a frustrante sensação que estamos longe de ser a super-mulher que esperam de nós.

Aliado a isso, aquela ideia ridícula de beleza que nos vem incutida no ADN e que a sociedade e os media reforçam a cada segundo do nosso dia. Não somos suficientemente bonitas, novas, magras,... não temos o peito/rabo suficientemente grande/pequeno ou o cabelo suficientemente bonito... 


Vivemos num mundo em que "não sou suficiente" é a palavra de ordem da nossa vida, da nossa rotina, da nossa consciência e inconsciência... 
Até as mulheres mais poderosas do mundo sentem este vazio de "não consigo gostar de mim o suficiente para agradar aos outros"! 



CHEGA!
Chega de tentarmos ser aquilo que achamos que os outros querem que sejamos. A maioria das vezes, aquilo que julgamos que os outros procuram em nós está apenas e só nas nossas cabeças! 

Mais grave, agarramo-nos a crenças e experiências de infância e adolescência que acreditamos que ainda nos servem, porque não nos conhecemos de todo enquanto mulheres crescidas, maduras, experientes.


CHEGA!
Chega de tentarmos preencher os padrões da sociedade com os quais nem sequer concordamos!
Chega de exigirmos de menos dos outros e demais de nós mesmas!
Chega de acreditarmos que qualquer coisa/pessoa nos serve!
Chega de pedirmos à nossa mente e ao nosso corpo que esteja sempre preparado para atingir os 1000% que exigimos todos os dias!
Chega de aceitarmos que nos moldem à imagem do que esperam de nós!




Porque eu sou uma Super-Mulher!
E tu és uma Super-Mulher!

Porque eu sei o mundo que carrego aos ombros, as experiências que me tornaram mais forte e a vida que me transformou na mulher extraordinária que sou! 

Eu sou uma Super-Mulher! E tenho muito orgulho em todos os meus defeitos quanto tenho em todas as minhas qualidades!

E sabes que mais?
Tu também és esta Super-Mulher!


E, se eventualmente, a perdeste pelo caminho... fica o desafio... vem descobri-la outra vez.

Envia um e-mail para planeandoavida@gmail.com com o assunto: "Também sou Super-Mulher!"

Aguardo o teu contacto.
Até já.

M@rta






quarta-feira, 10 de agosto de 2016

As tuas crenças limitam o teu sucesso!

Somos sujeitos desde crianças a crenças que limitam o nosso sucesso. Muitas dessas crenças evoluem com o tempo para se tornarem ainda piores, fruto de maus resultados ou experiências.






Quem nunca sofreu uma derrota que levante o braço. Mas infelizmente é assim que a sociedade olha para cada indivíduo, pelos fracassos e não pelas conquistas.
Até mesmo o Ronaldo passa de besta a bestial em cada jogo que perde ou ganha. 

Mas é a forma como olhamos para as nossas experiências que determina o nosso sucesso. Se olhares apenas para os teus fracassos, o mais provável é que só tenhas fracassos. Se olhares para os teus sucessos, é muito provável que sejas bem sucedido. 

Qual é a diferença? O FOCO!

Se te focares na derrota, terás derrotas.
Se te focares em sucessos, terás sucessos.


Mas o que acontece com as crenças?

Já reparaste que as pessoas realmente bem sucedidas não falam mal delas próprias nunca? Para elas, nada é difícil, nada é impossível, e nunca há fracassos... 
Acreditas mesmo que as pessoas realmente bem sucedidas não fracassam?
Ou será a forma como olham o fracasso que é diferente? Será por olharem para cada fracasso como um desafio, uma oportunidade, mais um grau de experiência?
Na realidade, para uma pessoa orientada para o sucesso, cada degrau pode corresponder a um êxito ou a um fracasso, pois acreditam que, até mesmo os fracassos nos colocam mais perto do nosso objectivo.

Quando as crenças são altamente limitadoras funcionam como uma Âncora que nos prende a um determinado momento e situação, e nos impede de seguir em frente.
Muitas das nossas crenças relacionadas com o sucesso estão ligadas ao sentimento de não merecimento e ao sentimento de inferioridade em relação às pessoas à nossa volta.

Para te ajudar, recolhi mais de 60 crenças limitativas que te impedem de atingires o sucesso. 
Quantas dizes para ti próprio a toda a hora? 

  1. Quando inicio um projecto nunca o termino
  2. Nunca consigo seguir em frente
  3. Não sou perito
  4. Niguém me ouve
  5. Não trabalhei o suficiente nisto
  6. Venho de uma família pobre (só os ricos conseguem sucesso)
  7. Não tenho tempo
  8. As pessoas vão julgar-me negativamente
  9. Eu não mereço [dinheiro, reconhecimento, amor, sucesso]
  10. Eu não sou perfeito. Porque iria alguém ouvir-me/comprar o meu produto/ contratar-me/ amar-me
  11. Não sou criativo
  12. Deixo tudo para amanhã
  13. Dito por mim vai soar estupido
  14. Já alguém pensou nisto antes
  15. Os outros conseguem fazer melhor que eu
  16. Não tenho as competências / capacidades
  17. Tenho de fazer coisas em que não sou bom (matemática, criatividade, vendas, …)
  18. Se apresentar isto vão pensar que os estou a enganar/ impingir
  19. Não sei o suficiente
  20. Não sou uma pessoa de números
  21. Sou demasiado velho/ jovem/ mulher/ …
  22. Nunca vou conseguir, portanto nem vale a pena tentar
  23. As pessoas com quem vou concorrer são melhores que eu
  24. Ninguém está interessado nas minhas ideias
  25. Se for bem sucedido, não vou ser capaz de manter o sucesso
  26. Eu devo ter sempre um patrão
  27. É mais seguro trabalhar para os outros
  28. Os outros estão acima de mim
  29. Sou um desistente
  30. Sou preguiçoso
  31. As pessoas bem sucedidas são pessoas sem valores
  32. As pessoas bem sucedidas têm o rabo virado para a lua/ têm muita sorte
  33. Se eu for bem sucedido não me integro depois no meu grupo de amigos / comunidade
  34. Se eu for bem sucedido as pessoas vão invejar-me e eu não gosto
  35. As pessoas não me vão levar a sério
  36. Pareço um palerma
  37. Eu já falhei, portanto vou falhar outra vez
  38. Não posso porque tenho filhos, …
  39. Eu fujo dos objectivos que mais desejo concretizar
  40. O que será será, não há nada que eu possa fazer
  41. Eu não tenho força de vontade
  42. Eu não estou / sou motivado
  43. Estou satisfeito com o estado actual das coisas
  44. Não vale a pena
  45. Não tenho dinheiro suficiente
  46. Não tenho apoio suficiente
  47. Não sou suficientemente inteligente
  48. Não andei na faculdade
  49. Não tenho os contactos certos
  50. Sou demasiado tímido
  51. Tenho medo
  52. Isso não é para mim
  53. Não sei o que quero
  54. Não é o momento certo
  55. Não sou uma mais-valia para o projecto
  56. Nunca atingirei as expectativas
  57. Por mais que trabalhe e me esforce, nunca irão reconhecer
  58. Não posso pedir nada. Vão dizer que não.
  59. Não faço ideia como começar
  60. Para conseguir tenho de ir fazer mais um curso

Muitas destas crenças aplicam-se igualmente a um relacionamento ou à vida privada. Coloquei exemplos em alguns dos casos.



E agora que faço eu sabendo que estas crenças me estão a limitar?

O maior problema das crenças é o facto delas estarem incutidas no teu subconsciente desde sempre. Isso significa que tens de fazer um esforço equivalente para as quebrares e as inverteres.
Mas toda a gente consegue! Acredita! Tu também.

Quando decidi que queria ser Coach, tomei 1 decisão muitíssimo arriscada. Era algo que implicava sair da minha zona de conforto onde estive toda a minha vida. Eu passei a minha vida a trabalhar em marketing. Foi para isso que tinha estudado. E, afinal, trabalhar numa empresa significa ordenado fixo, garantias várias, etc... 
A minha decisão implicou destruir muitas das crenças que tinha construído ao longo dos anos. Crenças como: estou velha demais para mudar de área, ainda me falta aprender tanto para ter a experiência suficiente, trabalhar sem patrão é muito arriscado, ser trabalhador por conta própria exige muito trabalho e esforço, incluindo problemas burocráticos, e se falhar?

O que é certo e digo-o por experiência própria, mas também como feedback dos clientes, assim que começamos a descartar as crenças, os resultados começam a aparecer e a dar-nos evidências de que as novas crenças são efectivamente mais úteis.


Então tudo o que tenho de fazer é encontrar outras crenças que substituam as primeiras?

Nem mais.
Ensino-te alguns truques:
  • Inverte as crenças negativas
  • Elimina da crença palavras como "não"
  • Transforma as crenças em acção com verbos: Em vez de "Eu não tenho competências para realizar este trabalho" => "eu vou realizar este trabalho de forma exemplar"
  • Se a tua crença for "eu nunca termino nada a tempo" => "eu termino tudo a que me proponho"
  • Nunca te caracterizes com adjectivos negativos. Ninguém é preguiçoso, palerma, insatisfeito.

Mas há um trabalho por trás muito importante... o de repetires as novas crenças vezes sem conta até o teu cérebro eliminar as antigas e assumir as novas. 
Aconselho-te a que o digas ao espelho sempre que puderes.

Aproveita e diver-te a criares novas crenças que te encham de motivação... vais ver o sucesso a nascer todos os dias.

Até já,

M@rta